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domingo, 3 de janeiro de 2010

O principio de uma crise

Num dia de sol, de muito sol, os animais das savanas tiveram de ir para um refugio à sombra para não ficarem torrados ao sol.
Outros, em vez disso, preferiam ir à descoberta de um riacho, lago ou qualquer coisa do género.
Estava difícil sobreviver naqueles dias tórridos.
Ao longo dos dias iam morrendo cada vez mais animais e a selva estava a ficar desértica, sem animais e sem vegetação. As zebras, elefantes, gnus e outros herbívoros começavam a enfraquecer até morrerem, e, os leões sem animais para se sustentarem também estavam condenados.
Os visitantes que iam às savanas ver os animais não viam nada e começaram a reclamar porque pagaram para nada e o governo entrou em cena…

Isto é o princípio de uma crise e tudo por causa do aquecimento global.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O menino De Prata

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Era uma vez um menino que não nasceu como as outras crianças. Esse menino chamava-se Ricardo.

Em vez de ter cor de pele clara ou escura, não, nem uma nem outra. Era cor de prata.
Os pais ficaram preocupados, assim como os médicos, porque não sabiam o que fazer.
A notícia passou na televisão, em jornais, em revistas…
Os pais, sem saber o que fazer, levaram o filho a um cientista da medicina para o tratar.
O cientista disse que ia ser difícil, mas lá aceitou o desafio. Investigou os génes do menino, fez imensas análises durante alguns meses.

Passado algum tempo, os pais receberam os resultados das análises com um relatório do médico, que dizia ser impossível tratar o Ricardo.
Os pais, desiludidos, ficaram em casa com o Ricardo durante três dias
e começaram a habituar-se a que ele fosse diferente dos outros meninos.
Chegou ao quinto ano e foi embora para Paris
estudar, porque lá tinha grandes museus onde ele podia aprender muito. Quando ele já tivesse grandes conhecimentos, podia ir para Londres, que era o seu grande sonho.
Os pais ficaram muito tristes por o verem ir embora, mas, em vez de lamentarem, começaram a encorajá-lo para a nova etapa da sua vida.

O pai começou por lhe recomendar:
- Não fiques num dos grupinhos de miúdos por que isso dá sempre mau resultado. Fica mais concentrado nos estudos do que em viveres longe daqui, de Portugal.
- Está bem, vou ser um bom estudante – respondeu o menino de prata.
Dito isto, o Ricardo foi para dentro do avião que o ia levar até Paris. Antes de entrar no avião ainda ouviu a mãe gritar:
- Que tudo te corra bem!
- Obrigado! – respondeu o Ricardo.
Dentro do avião, Ricardo despediu-se a dizer adeus com as mãos.
O avião partiu e Ricardo ficou um bocado triste, mas logo se lembrou que quando tivesse um bom trabalho (emprego) podia ir visitar os seus pais e ficar em Portugal por uns tempos.
Passado algum tempo, Ricardo tinha chegado a Paris e tinha sido encaminhado para um quarto do seu colégio.
Quando viu aqueles quartos ficou muito surpreendido, porque nunca tinha visto camas daquele tipo (as camas eram beliches) nem nunca tinha dormido num colégio, muito menos com companheiros de quarto.
Os seus companheiros de quarto foram muito gentis e amigáveis, porque o receberam muito bem, apesar da sua diferença
.
Os companheiros de quarto do Ricardo eram: Josef (Francês), David (Português) , Bernardo (Português) e Tom (Inglês).
Eles todos quiseram saber como o menino de prata se chamava, quantos anos tinha, as suas experiências ...
Depois disso tudo, foram todos brincar às escondidas e muitas outras coisas.
Ao fim do dia já todos se conheciam muito bem e eram muito amigos.
Ricardo falava mais com David e Bernardo porque eram portugueses, mas também falava muito com os outros amigos.
Gostava muito das aulas, porque os seus professores eram muito simpáticos e ajudavam-no muito quando tinha dúvidas.
Ele foi progredindo até que ficou o melhor aluno da turma. O seus fortes eram: Inglês, Português, HGP e ED (Expressões Dramáticas). Em ED (Expressões Dramáticas) era muito bom e era sempre escolhido para o papel principal, por causa da sua cor.
Entretanto tinha sido nomeado para o melhor aluno da turma do Primeiro Período. Enviou uma carta aos pais a dizer que tinha sido nomeado o melhor aluno da turma do P
rimeiro Período e com a assinatura do Director de Turma dele.
Os pais ficaram muito contentes e mandaram-lhe um presente de Parabéns.
Ricardo ficou muito feliz e começou a estrear aquele novo brinquedo que era uma Wii.
Ele não sabia utilizar aquilo, mas depressa aprendeu como se jogava e partilhou o seu novo entertenimento com os seus amigos de quarto.
Depois disto tudo, já era tempo de Férias de Verão, e todas as Férias o Ricardo iria visitar os seus pais a Portugal.
Passou muito tempo e Ricardo continuava a ser sempre o melhor daquela turma, até que chegou à falcudade com os mesmos amigos de sempre e conseguiu entrar no curso que queria, porque tivera muito boas notas. Quando acabou a faculdade conseguiu escolher o emprego que queria. Ele queria ser arquitecto. Quando arranjou o emprego foi para Londres que era o seu sonho.
Os seus amigos todos foram com ele para Londres, menos Tom, que foi para a Rússia, porque sendo Inglês e gostando de viajar, não acompanhou os seus amigos.

Todos eles conseguiram ser o que queriam embora tivessem umas notas mais fraquinhas do que as do Ricardo.
Em Londres tiveram que se separar para seguirem o seu emprego, mas marcavam alguns encontros para pôr a conversa em dia e para contarem as suas experiências.
Já com vinte anos de idade, Ricardo foi de novo visitar os seus pais, mas agora, por alguns meses.
Quando voltou para Londres teve de ir logo trabalhar, porque estava a meio de um projecto de uma torre muito grande. Os outros companheiros dele naquele projecto ficaram muito impressionados por ele não ter uma cor de pele normal, mas deixaram passar (não era caso para pararem o grande projecto).
Ele estava muito feliz com o seu trabalho e ganhava muito dinheiro. Enviava um quarto do dinheiro que recebia para os seus pais.
Viveu assim até aos 40 anos, sem confusões com ninguém por ser diferente. Antes pelo contrário, foi muito respeitado pelo seu trabalho. Arranjou uma namorada sem problemas e muitos amigos igualmente. Aos 45 anos veio viver para Portugal para junto dos seus pais.
Viveu em paz e harmonia e ficou muito feliz com a vida que teve, apesar de ser diferente.

Fim

Trabalho de Equipa

Era um dia nublado em Nova Iork. As pessoas corriam para os seus trabalhos. Havia um trânsito enorme naquele dia. Era segunda-feira e, tal como em todos os países, todas as pessoas iam trabalhar.
Até às 9:45 tudo corria bem quando, subitamente, apareceu nos céus, em cima de um disco voador, um monstro preto com grandes armas e muita maldade.
Os super-heróis (“Homem-Aranha”, “Homem-Morcego”, “Homem de Ferro” e.t.c.) foram combatê-lo mas nem um único o conseguia derrotar.
Entretanto, como ninguém conseguia deter o monstro, fez-se um congresso entre super-heróis.
Falaram… falaram… falaram… e chegaram à conclusão de que teriam de enfrentar o monstro todos juntos.
Os super-heróis todos foram atrás do monstro mas ele tinha ido para Oeste, para os estados do Colorado, Califórnia, Texas e Novo México.
Os super-heróis ficaram atrás do monstro. Tinham em média uma distância de 50 m. Esperaram um pouco até estarem a 40 m de distância do monstro para começarem o tiroteio contra ele. O monstro já passava em todas as televisões americanas para avisarem do perigo que o país corria. O monstro preto virou-se para trás e começou a multiplicar-se. Quando ficou com nove clones iguais a ele todos os seus clones começaram a mandar jactos de um líquido vivo e viscoso que se infiltrava no corpo da pessoa quando a antigia. Esse líquido punha a pessoa maléfica e com magia negra.
Dois super-herós foram antigidos mas o “Homem de Gelo” congelou-os para que não fizessem mal a ninguém.
Depois prosseguiram a perseguição ao monstro e conseguiram que ele fosse para cima de água que é para não haver perigos para as pessoas durante o combate.
No mar começaram a mandar coisas contra o monstro mas não foi suficiente para o abater. Depois, vendo que não o conseguiam danificar, disseram ao “Homem-Aranha” e ao “Homem-Morcego” para irem por de baixo dele para o monstro não se aperceber que se estavam a aproximar.
Entretanto, os outros super-heróis distraiam-no a lançar redes para o prender.
Passados dois minutos, os dois super-heróis (“Homem-Aranha” e o “Homem-Morcego”) já estavam praticamente por baixo do monstro.
O “Homem-Aranha” lançou-lhe teias aos pés e o “Homem-Morcego” deu-lhe um murro para ele ficar atarantado.
Depois o “Homem de Gelo” fez uma estrada de gelo para o monstro deslizar por ela a baixo até chocar com uma parede de aço que o “Homem de Ferro” fez.
De seguida todos lançaram redes para apanharem o patife.
Levaram-no para uma prisão de maléficos e lá ficou o resto da sua vida.

Fim

sábado, 13 de dezembro de 2008

O cientista que eu sou!

Eu sou um cientista maluco! Invento tudo e mais alguma coisa! Um dia, quando estava à procura, na floresta, de um animal que ainda não tinha sido descoberto, vi uma gruta. Entrei e de seguida, uma porta enorme de madeira de carvalho tapada por teias de aranha fechou-se.

Havia 3 caminhos: um ao meio, outro à esquerda e outro à direita.

Quando vi aquilo fiquei com tanto medo, tanto medo, tanto medo que apeteceu-me inventar qualquer coisa que pudesse arrombar a porta para eu sair dali. Mas como não tinha nada para eu inventar, fui pelo caminho da esquerda. Entrei no caminho e fechou-se uma nova porta, desta vez, mais pequena que a outra.

Lá dentro havia armadilhas por todo o lado. Eu, muito atento para não cair em nenhuma armadilha passei todas excepto a última. Era a pior armadilha de todas. Era como se fossem todas juntas numa só. Só nessa armadilha é que eu caí. Podia ter sido horrível, mas felizmente não aconteceu nada de grave.

A seguir tive de fazer uns problemas muuuuuuuuuuuuuito difíceis. Passei lá um dia. Foi uma das coisas mais difíceis da minha vida. Mas lá consegui!

Sabem o que é que aconteceu depois daquilo tudo? Um portal mágico abriu-se. Era uma floresta mágica, muito bonita. Entrei e fui andando, andando até que vi uma casinha. Dessa casinha fiz um laboratório, tudo muito bem feito. Fui inventando e encontrando coisas e animais… ou pensam o quê?


Muito tempo depois, lá encontrei o animal que eu achei o mais incrível do mundo. Depois capturei-o e fiz um habitat enorme. Depois inventei um “Spray hiper magnético” e um spray para tratar dos animais.

Passados muitos anos tornei-me o dono da floresta e de mais 4 ilhas que existiam naquele mundo mágico porque os animais gostavam muuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiito de mim. A floresta era a mais bela coisa que eu já vira!
Quando saí de lá levei tudo comigo com a ajuda de uma máquina que eu construí.

sábado, 29 de novembro de 2008

A folha aventureira

Eu sou uma folha acastanhada.
Estava presa a uma árvore e queria soltar-me para fazer uma pequena viagem.
Chamei pelo vento para me vir soprar.
Muito devagarinho, a girar, fui parar ao chão. Chamei o vento para me vir dar outra sopradela, continuei a minha viagem e disse:
- Eu quero viajar de comboio. Tenho de comprar o bilhete.
Fui de combio até ao aeroporto porque queria ver os aviões de perto e parados. Adorei!
Enquanto estava no aeroporto vi os meus amigos e amigas. Fui brincar com eles e diverti-me muito. Depois de tanto brincar, disse:
- Tenho de me ir embora.
- Onde vais?
- Vou ao jardim zoológico.
Eu fui e vi leões, hipopótamos, girafas, corcodilos, ursos, serpentes, etc.
A viagem acabou. Fui chamar os amigos e amigas e disse-lhes:
- Na próxima viagem venham comigo.
- Está bem!